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domingo, 16 de agosto de 2020

O Sangue de Jesus Cristo

 


O Sangue

Que maravilhoso tema de meditação o sangue de Jesus é para nossos corações.

Aproximou-nos de Deus: “Em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto” (Efésios 2:13).

Removeu nossos pecados: “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7).

É por meio desse sangue que temos perdão: “Pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça” (Efésios 1:7).

Somos resgatados (redimidos) por esse sangue: “Resgatados… com o precioso sangue de Cristo” (1 Pedro 1:18,19).

O sangue de Jesus será o tema de nossa canção por toda a eternidade: “E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és… porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação” (Apocalipse 5:9). Consideremos esse sangue hoje, e que isso seja o tema de nosso louvor e canção agora. Esse sangue é a base para todas as bênçãos que temos e que garante nosso direito de estarmos na presença do Senhor e na casa do Pai.


Jim Hyland

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Furacão Graça

Furacão Graça

“Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram. De repente, uma violenta tempestade abateu-se sobre o mar, de forma que as ondas inundavam o barco. Jesus, porém, dormia” (Mateus 8:23,24)

O filme Mar em Fúria conta a história de uma tempestade real na costa de Massachusetts em 1991, que foi a tempestade mais forte já registrada na história. A chamada “tempestade perfeita” foi o resultado de três tempestades que se combinaram em uma só, criando uma situação quase apocalíptica no Oceano Atlântico.

Duas tempestades existentes foram atingidas por um furacão, ironicamente chamado de Furacão Graça (ou Grace). A combinação desses três elementos climáticos produziu um monstruoso furacão de mais de 3.200 km de largura que produziu ondas de 30 m. Em Mateus 8:23-24, encontramos uma história dos discípulos de Jesus diante do que poderia ser descrito como o seu Furacão Graça. Diz que “Entrando [Jesus] no barco, seus discípulos o seguiram. De repente, uma violenta tempestade abateu-se sobre o mar, de forma que as ondas inundavam o barco. Jesus, porém, dormia."

Observe que o versículo 23 diz: “Seus discípulos O seguiram”. E onde isso levou? Direto para uma tempestade. Essa tempestade veio porque os discípulos obedeceram ao Senhor, não porque eles O desobedeceram. Às vezes, quando surgem problemas, dizemos que são resultados de desobediência. Mas o fato é que uma tempestade, na verdade, pode ser também resultante da obediência. Deus pode usar as tempestades em nossas vidas para realizar os Seus propósitos. Como diz o ditado, o mesmo martelo que quebra o vidro também forja o aço.

Às vezes, pode parecer que seria melhor nunca passarmos por uma tempestade. Achamos que a vida sempre deve ser fácil. Mas há coisas que aprendemos nas tempestades. Há coisas que aprendemos em dificuldades e crises, que não aprenderíamos de nenhuma outra forma. Na vida, se não há provações, não há triunfos. Deus tem Seus propósitos nas tempestades. E assim como Jesus estava com os Seus discípulos, Ele também estará conosco.

#DevocionalDiário

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Quem é Jesus - K. Heslop

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Quem é Jesus - K. Heslop


O mundo hoje está cheio de confusão e engano acerca de Jesus; quem Ele é, o que fez, e o que ensinou. Parte disso se deve à ignorância, mas muito é resultado da obra de Satanás para manter os homens afastados de Deus. Apesar de ser Jesus o fundamento da fé cristã, nem sempre temos uma compreensão clara de Quem Ele é! Dizer que Jesus é Deus santo, e perfeito Homem é verdade, mas parece ser uma contradição. Nossa mente finita tem dificuldades para compreender o conceito de um Homem divino. Mas em Jesus vemos tanto a divindade como a perfeita humanidade.

Um Menino... Um Filho

Em Isaías 9:6 lemos estas maravilhosas palavras proféticas: "Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu, e o principado está sobre os Seus ombros, e se chamará o Seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." Neste versículo são mencionadas tanto Sua humanidade como Sua divindade; "Porque um menino nos nasceu", mostra Sua humanidade; "um Filho se nos deu" mostra Sua divindade. Voltando ao sétimo capítulo, versículo 14, Isaías escreveu: "Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o Seu nome Emanuel" (que significa Deus conosco).
Indo ao Novo Testamento podemos continuar com a história de Sua vinda no evangelho de Lucas, capítulo 1. No versículo 31 o anjo diz a Maria: "E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-Ihe-ás o nome de Jesus". Maria concebeu e deu à luz um filho, o que fez dEle um Homem completo. "E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo to cobrirá com a Sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus" (Lc 1:35). É importante reconhecer que embora Jesus tenha Se tornado um Homem, Ele é sempre Deus. Deus é eterno, não tendo nem começo e nem fim. Jesus confirmou isto quando respondeu à jactância dos judeus que se declaravam filhos de Abraão.
Quando ele afirmou, "Antes que Abraão existisse, Eu sou" (Jo 8:58), eles tentaram apedrejá-Lo pois reconheceram em Sua afirmação uma confirmação de Sua eterna divindade.

Declarado Filho de Deus

Paulo escreveu aos cristãos romanos: "Acerca de Seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne, declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos" (Rm 1.3,4). Aqui, bem no começo de sua carta aos crentes em Roma, Paulo confirma tanto a humanidade como a divindade de Jesus Cristo. Jesus "nasceu da descendência de Davi segundo a carne". Isso aconteceu há quase dois mil anos quando Cristo nasceu de uma virgem em um estábulo em Belém. Mas repare que as Escrituras são cuidadosas aqui em fazer uma distinção. Embora Se tenha tornado um Homem, ele foi "declarado Filho de Deus". Nada aqui sugere que Ele tenha Se tornado Filho de Deus. Como Filho de Deus Ele é o EU SOU, Aquele que sempre existiu.
João começou seu evangelho com a declaração de que "no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era De us. Ele estava no princípio com Deus... e o Verbo Se fez carne, e habitou entre nós... cheio de graça e de verdade" (Jo 1:1-14). Quanto cuidado da parte de Deus em registrar um testemunho da divindade de Seu amado Filho. Em Hebreus, no primeiro capítulo, lemos que Deus nos falou "pelo Filho, a Quem constituiu herdeiro de tudo, por Quem fez também o mundo. O Qual, sendo o resplendor da Sua glória, e a expressa imagem da Sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do Seu poder, havendo feito por Si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-Se à destra da majestade nas alturas" (Hb 1:1-3). Jesus Cristo é a própria essência de Deus. Verdadeiramente, em Cristo "habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (C12:9).

Eis-Me aqui

Todavia jamais teríamos conhecido o infinito amor de Deus se Cristo não tivesse tomado sobre Si o corpo de um Homem. Isaías escreveu, profeticamente: "Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me e mim" (Is 6:8). Lemos as palavras de Jesus Cristo em Hebreus 10: "Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a Tua vontade". "Porque Deus enviou o Seu Filho ao Mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele" (Jo 3:17). "Cristo Jesus... tomando a forma de servo, fazendo-Se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-Se a Si mesmo, sendo obediente até à morte, e move de cruz" (Fp 2:7-8). Cristo deixou o esplendor do céu, tomou sobre Si a forma de um servo e foi obediente até à morte. Assim Deus declara, das alturas do céu, "Este é o Meu Filho amado, em Quem Me comprazo" (Mt 3.17). Cristo cumpriu perfeitamente a vontade de Seu Pai. Ao olhar adiante, para a cruz, estando ainda no jardim no Monte das Oliveiras, Sua oração a Seu Pai foi completa submissão: "...não se faça a Minha vontade, mas a Tua" (Lc 22:42). "Todavia, ao Senhor agradou moê-Lo, fazendo-O enfermar... Ele verá o fruto do trabalho da Sua alma, e ficará satisfeito" (Is 53:10-11).

Nosso Perfeito Sacrifício

Encontramos em Jesus Cristo nosso perfeito sacrifício. O israelita era instruído na lei de Moisés a levar um cordeiro que fosse limpo e sem mancha para oferecer como sacrifício pelo pecado. Aqueles sacrifícios "nunca podem tirar pecados" (Hb 10:11), todavia precisavam ser oferecidos continuamente. Abraão, falando profeticamente, disse a Isaque que Deus iria prover para Si um cordeiro para o holocausto. O apóstolo João registra as palavras de João Batista quando viu o cumprimento daquela profecia: "E, vendo passara Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus" (Jo 1:36). Mais tarde, João viu na cruz o seu Mestre e Senhor crucificado, e o soldado com uma lança furando o Seu lado, e o sangue que saiu. Sua reação foi proclamar " E aquele que o viu testificou, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais" (Jo 19:35). Anos mais tarde, ao escrever suas epístolas ele, sem dúvida alguma, se lembrou daquela cena, e escreveu: "O sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado" (1 Jo 1:7). "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Rm 8:1).
Além de Deus haver deixado registrado a perfeita humanidade sem pecado de Seu amado Filho para que todos pudessem ler, Ele declarou ser Cristo Seu Filho, ressuscitando-O dentre os mortos. As autoridades haviam procurado manter Jesus no sepulcro colocando uma enorme pedra em sua entrada, selando-a, e colocando guardas. Mesmo assim o poder de Deus foi demonstrado ao manifestar publicamente Seu Filho como ressuscita do dentre os mortos. Cristo ressuscitou triunfante, rompendo as cadeias da morte e do inferno. Regozijemo-nos e louvemos a Ele, como fez o escritor deste hino:

Morte Ele assim provou, a sepultura,
Três dias O guardou, Cristo, o Senhor!
Morto Ele não ficou!
Triunfante, Cristo ressurgiu!
A vitória sobre a morte ali ganhou
E no céu, vitorioso, Cristo entrou.
Ressurgiu! Ressurgiu! Aleluia! Ressurgiu!

"Quem é que condena? Pois é Cristo Quem morreu, ou antes Quem ressuscitou dentre os mortos, o Qual está à direita de Deus, e também intercede por nós" (Rm 8:34). Jesus Cristo, o Filho de Deus, que me amou e Se deu a Si mesmo por mim, está agora sentado no céu intercedendo por nós diante de Seu Pai.
Traduzido de 'Who is Jesus?'

K. Heslop

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Que Significa Crer?



MEU AMIGO, há multidões que creem no que ouvem acerca de Cristo e do Evangelho, mas que nunca creram confiadamente no Senhor Jesus.

Talvez você diga: “O que quer dizer? Não me parece haver muita diferença”. Pelo contrário, existe uma diferença da máxima importância. Suponhamos que eu esteja a passear com um amigo numa das ruas principais de alguma grande cidade. O meu amigo me diz: “Você vê aquele grande edifício na esquina, com uma tabuleta de metal?” Respondo afirmativamente. “Bem; é ali que fica o maior especialista em doenças do coração. Vêm doentes de todos os pontos do país para consultarem com ele. Os seus êxitos têm sido grandes e numerosos.” Nesta altura, o famoso médico sai do edifício e entra em seu carro, pelo que tenho oportunidade de vê-lo.

Felizmente, o meu coração funciona muito bem. Acredito em tudo o que meu amigo me informou acerca do médico, mas a informação não tem para mim importância pois não necessito dos seus serviços clínicos.

Suponhamos, porém, que poucas semanas depois desta conversa, eu adoeça de repente, com forte crise cardíaca. Lembro-me logo daquele médico; mando chamá-lo e coloco-me sem reserva em suas mãos, recuperando assim a saúde. Agora já conheço o médico; conheço a sua perícia, e quando falo dele, é com ânimo, pois estou grato por aquilo que me fez. Em resumo: entreguei o meu caso ao médico e descansei confiando em sua sabedoria e capacidade; enquanto que antes apenas acreditava no que ouvira acerca dele.

Vamos ainda supor que o leitor e eu estamos passeando à beira mar, num lindo dia de verão. Vemos na praia um barco salva-vidas. Admiramos a sua construção forte, as suas linhas elegantes e o equipamento e condições que possui para salvar vidas. Em resumo, acreditamos em tudo quanto ao barco. Mas não necessitamos ser por ele socorridos, pois não nos encontramos em perigo de morrer afogados. Mas suponhamos que, seis meses depois, nos encontramos no convés de um navio prestes a afundar, e nossa única esperança de sermos salvos de morrer afogados é aquele barco salva-vidas.

Que diferença em nossa atitude para com esse barco, quando o vemos se aproximar, tripulado por homens dedicados e corajosos. Com que grande alívio entramos nele e somos salvos! Não só acreditamos o que ACERCA dele nos consta, mas agora depositamos NELE a nossa confiança.


Em 1859 o célebre francês Blondon atravessou as Cataratas do Niágara andando sobre um cabo esticado e, depois, ofereceu-se para tornar a fazer a travessia com qualquer pessoa às costas. Muitos acreditaram que ele era bem capaz de o fazer sem perigo algum, mas houve apenas um homem que aceitou o convite.

Retirado do livro “Qual o teu destino“